O
novo coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior –
Coorpin de Jequié – delegado Fabiano Aurich iniciou esta semana o seu
trabalho na administração da unidade da Policia Civil, comentando que a
mudança ocorrida foi pontual, com a transferência do ex-coordenador,
André Aragão, para a Coorpin de Ilhéus e a sua vinda da Coorpin de
Guanambí, para Jequié. O novo coordenador disse ter conhecimento de que
duplicou o número de homicídios na cidade no ano passado, maior partes
deles, com envolvimento das vítimas e autores, no tráfico de drogas.
Revelou que o plano da Polícia Civil [que não iria dar detalhes para
não atrapalhar a sua execução], será posto em prática, com as parcerias
da Polícia Militar, Ministério Público, Judiciário e da prefeitura
municipal. Antecipou que na quinta-feira (14/3) participará de uma
reunião, em Salvador, no Departamento de Polícia do Interior-Depin, para
discutir esse plano. “O tráfico de drogas está ramificado na região,
Jequié é uma cidade-polo, o apoio da população e fundamental, dando
informações que nos servirão de pistas. Essas informações são muito
importantes para elaborar os inquéritos, a serem remetidos à justiça”,
diz. Sobre a situação de precariedade da carceragem existente no
Complexo Policial de Jequié, o delegado regional Fabiano Aurich, revelou
o seu entendimento de que cada preso colocado na delegacia tem como
resultado o desvio de função de um policial civil, “a nossa função é
investigar, levantar os indícios, reunir provas do crime e enviar para
a promotoria pública a quem cabe o indiciamento dos acusados”. No
seu entendimento a responsabilidade pela custódia de presos é
prejudicial à Polícia Civil. Segundo ele, a PC tem se tornado cada dia
mais profissional e os seus integrantes tem sido cobrados, exigidos em
suas funções,sabatinados e suas respectivas produtividades averiguadas
mensalmente, semanalmente e diariamente.
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